Religiosidade
A religiosidade que professo
Não é mero e fútil objeto
De concílios ditos supremos
Em questões de prática e fé
A religiosidade que ensino
É fruto da prática cotidiana
Aprendida na tenra infância
Que os anos fazem distantes
A religiosidade que vivencio
Não é letra que assassina
Antes espírito vivificador
Que a todos cura a dor
A religiosidade que prego
É o saber dos mais antigos
Que comunga na esperança
De um mundo novo de justiça
Esta afamada religiosidade
Não disputada pelos catedráticos
É levante pelo bem comum
Instauração do reino divino
Fábio Borges
São Gonçalo, 06/12/1999
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